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Quem decide se uma rosa é bonita ou feia?

Se você, por exemplo, resolver que vai viajar do Rio de Janeiro até Natal, automaticamente virá em sua mente fazer uma revisão e observar se o carro tem estrutura e potência para suportar a ida e a volta, correto? Equivale saber se o carro vai aguentar o tranco? Mas você já pensou que a revisão é fator interno do carro e não uma revisão da estrada até Natal?

Buscar uma revisão do carro com um especialista, pode ser considerado um fator interno, porque fatores externos seriam buracos e pregos na estrada, deslizamento de barreira, chuva excessiva, ausência de caixa de ferramentas, motorista ruim, etc…

 

 

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Porque não usamos este mesmo pensamento de prevenção, quando se trata de jornada de trabalho, ou o que quer que seja, que vá exigir mais de você ou até vai ultrapassar os seus limites.

Quem não já passou por um cansaço físico, emocional e mental, depois de uma mudança de casa, doença de alguém na família ou uma jornada de trabalho um pouco mais puxada que o normal? E quando isso se estende um pouco mais? Ou talvez ainda, você esteja nesse ciclo por bastante tempo.

No geral a justificativa é que fatores externos são os responsáveis por todo esse excesso de cansaço, mas vamos analisar o que mais causa essa desarmonia?

A verdade é que não temos nenhum poder sobre fatores externos, e passamos simplesmente a reclamar deles, mas esquecemos que nós temos o poder de interpretar esses fatores e isso pode nos estimular a buscar novas soluções.

Quem decide se uma rosa é bonita ou feia, somos nós!

Quem decide se um trabalho é fácil ou difícil, somos nós!

Expandir a consciência para perceber a possibilidade de construir uma “Caixa de Ferramentas”, que naturalmente esteja à mão, ao alcance, e possa nos ancorar fisicamente, emocionalmente e mentalmente, deixando-nos respaldados para administrar as tensões e o estresse do dia-a-dia, é algo a se considerar na vida.

E o que teria nesta caixa de ferramentas?

As Ferramentas do Yoga são muitas, porém têm como base as técnicas de Respiração, Visualização Criativa e Atitudes Meditativas. Mas a questão essencial é que para se usar bem uma ferramenta:

  • Você tem que estar capacitado,
  • Ser muito bem treinado para esse uso e
  • Saber para que serve.

Uma vez a Caixa de Ferramenta construída e vivenciada continuamente, seus conceitos e paradigmas serão alterados. A sensação de adequação interna vai gerar um maior espaço! Esta instalado o processo de prevenção de sua saúde e de valorização de si mesmo, estimulando assim a auto-estima, que não está no fato de se sentir melhor, mas de permitir que se viva melhor, respondendo aos desafios e as oportunidades da vida de maneira mais rica e apropriada.

Quanto mais fortalecido em sua auto-estima, mais bem preparado você estará para lidar com os problemas que surgem em sua vida pessoal, familiar e profissional. O que fará você perceber que as coisas materiais, os problemas, dificuldades, etc… continuarão existindo, porém com a expansão da consciência, eles agora serão desafios e não problemas.

 

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30 anos vivendo o caminho do Yoga. Com formação acadêmica em Educação Física, Especializações e contínua formação em Yoga e Autoconhecimento onde baseio minha atuação profissional.

6 Comentários

  1. Muito bom Helena.
    Sou apaixonada pelo Yoga???

  2. Fabiana disse:

    Amei!!! Helena , estou ate querendo mesmo entender melhor o yoga querendo fazer tmbm.

    • Helena Gomes disse:

      Gratidão Fabiana! O Yoga vai te ensinar a usar as ferramentas que já existem dentro de você! Vamos começar!

  3. Ester disse:

    Muito bom. Parabéns por este trabalho maravilhoso. Amo o Yoga